Friends Investigated in Cyclist’s Death in Rio Grande do Sul: What We Know
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Segundo a prefeitura, quando não há caminhódromo, o pedestre deve utilizar a calçada. A orientação foi reforçada pelo secretário municipal de Segurança Pública, Tadeu Trindade, que explicou que as ciclofaixas existentes são exclusivas para ciclistas e não podem ser usadas por pedestres. “Hoje temos ciclofaixas que são exclusivas para ciclistas, não pode ter pedestre ali. Nesses casos onde não tem caminhódromo, o pedestre precisa usar o passeio público”, afirmou.
A declaração destaca a divisão correta dos espaços urbanos destinados à circulação de pedestres e ciclistas, especialmente em áreas onde ainda não existe uma estrutura específica para caminhada. De acordo com a gestão municipal, o caminhódromo é o local apropriado para quem pratica caminhada, corrida ou deslocamento a pé em vias com infraestrutura compartilhada. Na ausência desse equipamento, a orientação é que o pedestre permaneça na calçada, evitando circular em faixas reservadas às bicicletas.
A fala do secretário também reforça a importância do respeito às regras de trânsito e à sinalização urbana para reduzir riscos de acidentes e conflitos entre diferentes usuários da via. Em cidades com crescimento de ciclovias e ciclofaixas, a definição clara dos espaços de uso se torna essencial para a segurança de todos. O uso inadequado desses trechos por pedestres pode gerar situações perigosas, principalmente em horários de maior movimento ou em locais com pouca visibilidade.
Segundo a prefeitura, a política de mobilidade urbana busca garantir convivência mais organizada entre pedestres, ciclistas e motoristas. Para isso, cada modalidade deve ser respeitada em seu espaço específico. O passeio público permanece como a principal alternativa para deslocamento de quem está a pé, enquanto a ciclofaixa deve ser mantida livre para o trânsito de bicicletas.
A orientação da administração municipal ocorre em meio à necessidade de conscientização sobre o uso correto da infraestrutura viária. Em áreas onde ainda não há caminhódromo, a recomendação oficial é que o pedestre não utilize a ciclofaixa, mesmo que a calçada seja estreita ou a via tenha grande fluxo. A prefeitura defende que o respeito às regras contribui para uma circulação mais segura e reduz o risco de atropelamentos ou colisões.
O posicionamento do secretário Tadeu Trindade deixa claro que a responsabilidade pelo cumprimento dessas normas também envolve informação e fiscalização. Ao orientar a população sobre onde caminhar, a gestão busca evitar interpretações equivocadas sobre o uso dos espaços públicos. A mensagem central é que ciclofaixa não é local de circulação de pedestres e que, na falta de caminhódromo, a calçada deve ser utilizada como passagem segura para quem está a pé.
Essa definição ajuda a organizar melhor o tráfego urbano e reforça a necessidade de planejamento de vias que contem com áreas separadas para cada tipo de usuário. A prefeitura sinaliza, com isso, que a expansão de equipamentos voltados ao pedestre e ao ciclista deve vir acompanhada de educação no trânsito e respeito às normas de convivência nas ruas.

